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iFood é o app que mais cresce na pandemia

Sabemos que as relações comerciais se transformaram completamente nos últimos meses e que, coincidentemente, o uso de aplicativos de delivery aumentou exponencialmente. Mas como, especificamente, está sendo o comportamento do consumidor nas plataformas de vendas digitais?

Dados de pesquisa da Panorama Mobile Time/Opinion Box apontam o iFood como o app de compras que mais cresceu, no Brasil, durante o início da pandemia. O aplicativo teve o maior crescimento a respeito da utilização de apps para compras, dentre os entrevistados no mês de março deste ano, e foi citado por 29% dos consumidores. Em comparação, o iFood havia registrado 27% das menções em setembro de 2019.

Quem mais cresce?

Além do mais famoso aplicativo de delivery no país, os apps de compra online Wish e Amazon demonstraram crescimento significativo na pesquisa. As empresas americanas registraram, respectivamente, 13% e 7% de menções dos usuários brasileiros. Com o app Wish sendo o segundo que mais cresceu no mercado, logo atrás do iFood.

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Interface do aplicativo de compras Wish.

No entanto, apesar dos crescimentos citados, o domínio de citações dos usuários sobre comércio mobile, no ranking geral, ainda é do Mercado Livre com 39%, seguido da Americanas, com 34% de menções. Neste cenário, o iFood fica no terceiro lugar geral da lista.

Aumento na satisfação dos usuários

levantamento Panorama Mobile Time/Opinion Box  também revela um aumento geral na satisfação dos consumidores durante o processo de compras em aplicativos móveis. Os dados dizem que 85% dos brasileiros já compraram através do celular, e que 54% desse público afirma se sentir muito satisfeito com suas experiências, outros 35% se dizem apenas satisfeitos, 10% indiferentes e somente 1% alegam o sentimento de insatisfação.

De forma mais específica, as entregas de comida via mobile cresceram de 62% no ano passado para 72% no primeiro trimestre de 2020. Aplicativos como iFood, Rappi, James e Uber Eats encontraram, neste ano, um momento propício para o aumento de suas demandas, visto que apenas parte das entrevistas foram feitas após a OMS categorizar a COVID-19 como pandemia, e que o impacto nos resultados das menções dos usuários ainda não havia atingido seu potencial máximo.